02 julho, 2011

Desmatamento na Amazônia cai quase pela metade








Os dados do Deter revelam, ainda, que em maio de 2011 o desmatamento na Amazônia superou os números dos anos de 2009 e 2010 para o mesmo mês. Porém, com a ressalva de que em anos anteriores, o sistema de detecção captou áreas maiores que as atuais (2,92 Km² ), contra áreas de menos de um quilômetro quadrado este ano. Isso demonstra que a tendência dos desmatadores é cortar áreas cada vez menores em maior número.
O Ibama colocou 400 fiscais somente no Mato Grosso, nas áreas mais sensíveis, realizando operações onde havia crescimento registrado pelo sistema de monitoramento. O estado continua respondendo pelas maiores taxas de desmatamento. Em maio foram 93,67 Km², cerca de 35% do total. Em segundo lugar veio Rondônia, com 67,17 Km². Os municípios que mais desmataram foram Porto Velho (RO), com 41,8 Km² , seguido de Altamira, no Pará, com 21,3 Km² . 
Além disso, sete novos municípios foram incluídos na lista dos maiores desmatadores, sujeitos a medidas especiais de fiscalização, que subiu para 48. 
O número de alertas emitidos para orientar o Ibama nas fiscalizações dobrou, o que indica que os satélites conseguiram captar com mais precisão as imagens do desmatamento na Amazônia. O tempo mais aberto permitiu uma melhor visualização. De janeiro a junho deste ano foram embargados 500 Km² na região e apreendidos mais de 30 caminhões de toras de madeira ilegal. 
O recuo de 477,2 Km², para 267,9 Km² é explicado pelo Ministério do Meio Ambiente como consequência das duras medidas adotadas nos meses de março e abril pelo Gabinete de Crise. Formado em março, após o anúncio de crescimento do desmate, a força tarefa integrada pelo Ibama, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional de Segurança e o Exército, intensificou suas ações tanto no combate ao desmatamento ilegal, quanto no patrulhamento das rodovias por onde a madeira ilegal é transportada. 
O desmatamento na Amazônia caiu 44% em maio se comparado com o mês de abril deste ano. Os dados, divulgados nesta quinta-feira são do Sistema Deter, do Inpe, que mede o corte raso e a degradação da floresta em tempo real. A área desmatada, captada pelos satélites que monitoram o bioma, registrou uma redução este mês de mais de 200 Km², o que aponta uma tendência de queda. 

Fonte  

04 junho, 2011

05 de Junho dia internacional do meio ambiente

5 de Junho dia internacional do meio ambiente

O  mundo  tem que  rever  seus  conceitos  em   relação  ao meio ambiente,  a  proteção a  natureza e  aos  recursos  naturais  tem que  ser  uma  prioridade de  nossos  governantes;  Nossa  pequena  ações hoje  pode  mudar o rumo  de nossa futura gerações.
   

02 junho, 2011

CONVENÇÃO COLETIVA DO SINTESP 2011


O SINTESP fechou Acordo (Convenção Coletiva) com a FIESP e Sindicatos Patronais Signatários, com Data Base de 1º de Maio de 2011 tendo como reposição 6.31% sobre os salários dos Técnicos de Segurança do Trabalho que estão empregados.

O profissional Técnico de Segurança do Trabalho admitido à partir de 1º de Maio de 2011, terá como salário admissão 10,28 por hora, ou R$ 2.261,60 mês.

Fica garantida a participação em cursos, seminários, congressos técnicos de interesse da categoria ou eventos devidamente comprovados, limitados a 10 (dez) dias por ano, mais 2 (dois) sábados, nas empresas que possuam expediente aos sábados, sem prejuízo salarial, inclusive das ferias 13º salário e descanso remunerado, desde que pré-avisada a empresa por escrito com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas.


Sem comentários Sintesp!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

25 maio, 2011

Código Florestal muda lei ambiental em vigor desde 1965

O novo Código Florestal foi aprovado por 410 votos favoráveis, 63 contrários e uma abstenção. Durante a votação, as galerias da Câmara ficaram repletas de manifestantes


O projeto de lei do novo Código Florestal, aprovado pela Câmara, altera a lei ambiental que estava em vigor desde 1965. Algumas das mudanças aprovadas ainda podem ser alteradas durante a votação no Senado, para onde o texto será encaminhado agora, e também vetadas pela presidenta Dilma Rousseff. Entre as principais mudanças que podem ocorrer caso o projeto seja transformado em lei, estão definições sobre reserva legal e áreas de preservação permanente (APP).
O novo Código Florestal foi aprovado por 410 votos favoráveis, 63 contrários e uma abstenção. Durante a votação, as galerias da Câmara ficaram repletas de manifestantes, tanto ambientalistas como ruralistas.
Enquanto o código atual exige reserva legal mínima em todas as propriedades, variando de 80% na Amazônia a 35% no Cerrado e 20% nas outras regiões, o novo texto aprovado dispensa aquelas de até quatro módulos fiscais (medida que varia de 20 a 400 hectares) de recompor a área de reserva legal desmatada. Para esses casos, não haverá obrigatoriedade de percentual mínimo de preservação, valendo a manutenção da área de vegetação nativa existente em julho de 2008. Também fica autorizada a recomposição em áreas fora da propriedade, desde que no mesmo bioma.
A redação aprovada consolida plantações em encostas e topos de morros, definidas como APP, entre elas café, maçã, uva e fumo. A medida não permite, no entanto, novos desmatamentos nessas áreas.
Uma das mudanças mais polêmicas diz respeito à regularização ambiental. Pelo Código Florestal de 1965, os proprietários que não respeitaram os limites de reserva legal e de cultivos em APP estavam ilegais, sujeitos a multas por crimes ambientais e embargo das propriedades. Pelo novo texto, os produtores rurais terão que se inscrever no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e aderir ao Programa de Regularização Ambiental criado pelo governo federal.
A Emenda 164 - de autoria do deputado Paulo Piau (PMDB-MG)-, no entanto, votada e aprovada em plenário na madrugada de hoje (25), dá aos estados e ao Distrito Federal, tirando a exclusividade da União, o poder de definir os critérios de utilidade pública, baixo impacto ou interesse social para a regularização, além de liberar plantações e pastos feitos em APP até julho de 2008.
Segundo o líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), caso a medida também passe pelo Senado, a presidenta Dilma a vetará, pois ela significa anistia aos desmatadores. O governo também quer que as possíveis liberações de desmatamento em áreas de preservação permanente sejam regulamentadas por decreto presidencial.